AO ENTREGAR AS AGENDAS E MARCAR OS CALENDÁRIOS, AGORA INDIVIDUAIS, AS CRIANÇAS VÃO SE FAMILIARIZANDO COM A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCRITA E O REGISTRO DOS NÚMEROS.. ELES COMEÇAM A PERCEBER O NOME DE CADA UM, SUAS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS.
quarta-feira, 21 de março de 2018
A CENTOPEIA, DE MARINA COLASANTI
QUEM
FOI QUE PRIMEIRO
TEVE
A IDEIA
DE
CONTAR UM POR UM
OS
PÉS DA CENTOPEIA?
SE
UMA PATA VOCÊ ARRANCA
SERÁ
QUE A BICHINHA MANCA?
E
RESPONDA ANTES QUE EU ESQUEÇA
SE
EXISTE O BICHO DE CEM PÉS
SERÁ
QUE EXISTE ALGUM DE CEM CABEÇAS?
MARINA COLASANTI
FONTE:
CADA BICHO SEU CAPRICHO.
PARA CASA DE 19/3/18
DURANTE
NOSSO RECREIO NO PARQUINHO
DE
TERRA, FREDERICO E SAMUEL VIRAM
UMA
LAGARTA, PENSAMOS SER UMA
CENTOPEIA,
SERÁ?
O
QUE NOS FEZ PENSAR QUE PODERIA SER?
VOCÊ
JÁ VIU UMA CENTOPEIA?
SERÁ
QUE EXISTE SÓ UM TIPO DE CENTOPEIA?
ONDE
ELAS GOSTAM DE MORAR?
O
QUE ELAS GOSTAM DE COMER?
VAMOS
PESQUISAR?
COM A AJUDA DO PESSOAL
DE CASA, PROCURE SABER ALGUMAS DESSAS
INFORMAÇÕES PARA CONVERSARMOS EM SALA. QUEM PUDER COLABORAR COM UMA OU DUAS
IMAGENS, NÃO PRECISA SER COLORIDO, FAREMOS UM MURAL DE DESCOBERTAS NA ESCOLA.
APRESENTANDO AS DESCOBERTAS..
Texto de Ana Teberosky, sobre o processo de aprendizagem...março de 2018.
"O processo de aprendizagem é um processo psicológico e tem uma restrição evolutiva importante. Restrição no sentido de quais elementos são importantes de se aprender a cada etapa da vida. A base evolutiva, se é implícita ou se é explícita, está no currículo. Eu penso que ela tem que ser mais explícita e mais atualizada, em função das evidências empíricas da pesquisa atual. Por exemplo, de 0 a 3 anos, é muito importante a atenção conjunta e o início da compreensão da intencionalidade. Para compreender a linguagem, e para o processo de aquisição de conhecimentos, é importante o início do desenvolvimento das emoções, assim como é importante o jogo simbólico para desenvolvimento da representação simbólica – o desenho. Tudo isso é evolutivo. Já de 3 a 5 anos, é importante a compreensão mental do outro, das crenças, do pensamento, das emoções... Tudo isso é muito importante para a linguagem, para a cognição, para tudo. A base evolutiva é super importante, ainda mais quando são pequenos. Depois, maiores, o peso evolutivo é mais relativo. Mas, de 0 até 10, 11 anos, isso é muito forte. "
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| É IMPORTANTE VALORIZAR CADA PASSO QUE A CRIANÇA CONSEGUE DAR, MAS VALORIZANDO O PROCESSO E NÃO SOMENTE O PRODUTO . |
MEU NOME... 12, 13 E 14 DE MARÇO ( DIA DA POESIA)
QUEM QUISER SABER MEU NOME
DA UMA VOLTA NO JARDIM,
O MEU NOME ESTÁ ESCRITO
NUMA FOLHA DE JASMIM.
( DA TRADIÇÃO POPULAR)
Aqui na escola seguimos o calendário de feriados nacionais, entretanto, eles não norteiam nosso planejamento nem são base para tratarmos de maneira significativa e profunda de assuntos que não merecem apenas um dia em pauta, mas muitas e variadas ações para que sejam compreendidos como construções históricas e desdobramentos de ações humanas, com discussões que abarcam distintos pontos de vista e não apenas uma data específica. Dentro da escola temos muitas oportunidades para fazer valer a força de uma dança secular brasileira ou uma manifestação folclórica regional, e não pretendemos de forma alguma aprisioná-las num calendário.
[ 1] Marcela Carranza, professora e especialista pela Universidade de Barcelona em Livros e Literatura para crianças.
DA UMA VOLTA NO JARDIM,
O MEU NOME ESTÁ ESCRITO
NUMA FOLHA DE JASMIM.
( DA TRADIÇÃO POPULAR)
"Viver uma experiência estética que nos permite sermos outros para voltar a pensar e pensar-nos, uma experiência que nos rapta deste mundo, nos distancia do tempo e do espaço, para nos devolver transformados, irreconhecíveis. Se não cremos em fadas, as fadas morrem. E com elas morre uma parte de nós mesmos, aquela que nos conecta com a infância, com nosso modo de estar no mundo durante a infância.
A brincadeira, a arte, a literatura compartilham um mesmo lugar na vida das pessoas, esse lugar da espera, da negociação com o mundo, com seus limites e suas exigências. No espaço da brincadeira, da literatura, diz Graciela Montes, há gratuidades, há liberdade absoluta." TEXTO TRADUZIDO DO ORIGINAL DE MARCELA CARRANZA.[1]
SOBRE O DIA DA POESIA...
Aqui na escola seguimos o calendário de feriados nacionais, entretanto, eles não norteiam nosso planejamento nem são base para tratarmos de maneira significativa e profunda de assuntos que não merecem apenas um dia em pauta, mas muitas e variadas ações para que sejam compreendidos como construções históricas e desdobramentos de ações humanas, com discussões que abarcam distintos pontos de vista e não apenas uma data específica. Dentro da escola temos muitas oportunidades para fazer valer a força de uma dança secular brasileira ou uma manifestação folclórica regional, e não pretendemos de forma alguma aprisioná-las num calendário.
[ 1] Marcela Carranza, professora e especialista pela Universidade de Barcelona em Livros e Literatura para crianças.
sábado, 10 de março de 2018
MENSAGEM, ROTINA E PAUTA PARA REUNIÃO DE PAIS 1º SEMESTRE DE 2018.
OLÁ TURMA DA MÔNICA,SEGUE UM RESUMINHO DO QUE FOI A REUNIÃO DE PAIS, IDEAL SERIA QUE TODOS ESTIVESSEM LÁ, MAS SABEMOS ENTENDER OS CONTRATEMPOS. ABRAÇO, JAQUE E LUCIANA.
As crianças são muito diferentes – cada uma tem sua maneira especial de estar na escola
PAULA ANTUNES RUGGIERO
Crianças lindas
(Ruth Rocha)
São duas crianças lindas
Mas são muito diferentes!
Uma é toda desdentada,
A outra é cheia de dentes…
Uma anda descabelada,
A outra é cheia de pentes!
Uma delas usa óculos,
E a outra só usa lentes.
Uma gosta de gelados,
A outra gosta de quentes.
Uma tem cabelos longos,
A outra só corta rentes.
Não queira que sejam iguais,
Aliás, nem mesmo tentes!
São duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes!
Assim são as crianças, todas muito diferentes.
Quando pequenininhas, umas chegam à escola com muita curiosidade, envolvem-se nas brincadeiras, adoram estar com outras crianças, cantam, pulam, exploram cada cantinho. Outras chegam bem agarradinhas a seus pais, tímidas, assustadas com a movimentação e o barulho do novo ambiente. Aos poucos, sentem confiança e aí sim, do seu jeitinho, envolvem-se com a novidade.
Entre a primeira e a segunda há uma vasta gama de diferenças. Não há maneira certa ou errada, há como cada criança (e sua família) é.
Quando maiores um pouquinho, algumas crianças parece que têm formiguinha no bumbum. Não param quietas: sentam, levantam, deixam o lápis cair, pegam o lápis, voltam a sentar, levantam mais um pouquinho, chamam um amigo, pegam o material do outro.
Há aquelas que parecem estar no mundo da lua, interessadas em qualquer movimento na sala de aula, inclusive dos insetos que passam por lá.
Há crianças que querem falar o tempo todo, não aguentam esperar a vez do outro, interrompem, chamam o professor. Querem sempre ser as primeiras a receber o material, a escolher determinada atividade, a falar, a sair, a entrar.
Há aquelas tão quietinhas que dificilmente falam em roda. Quando solicitadas a dizer algo, se retraem e parecem querer entrar numa conchinha. Falam baixinho, de preferência bem pertinho do professor.
Algumas adoram mandar. Mandam nos colegas, organizam o grupo, respondem pelos outros, fazem pelos outros, chegam a ficar incomodadas com o professor auxiliar. Afinal, elas podem ajudar em tudo!
Algumas crianças provocam as outras silenciosamente, fazem carinha de “nada aconteceu” quando o colega chora ou reclama.
Há aquelas que sempre choram ou falam choramingando. Parece que o choro é a forma de resolver tudo. Há também as que choram apenas quando se sentem incomodadas.
Algumas ficam muito bravas e chateadas quando algo não sai da maneira como elas haviam planejado. Apagam muitas vezes o desenho e chegam a amassar.
Algumas esquecem a lição de casa, o livro da biblioteca. Outras tem o caderno todo sujo e amassado, por mais que lavem as mãos ao entrar na sala.
Umas prestam atenção em tudo. Seu material é bem organizado e querem muito agradar o adulto.
Há ainda muitas outras formas de se relacionar consigo mesmo, com o outro, com o aprendizado e com as limitações que a realidade nos apresenta.
Nas salas de aula, os grupos são sempre heterogêneos, em que cada criança tem uma maneira muito especial de ser.
Todo professor sabe que é preciso conhecer as crianças e que, para cada uma, há uma maneira especial de lidar. Se a criança é muito tímida, não podemos exigir uma grande exposição. Se é bem ansiosa, não podemos pedir que espere demais e seja a última (pode ser a terceira). Organizar os lugares na roda ou nas carteiras pode ajudar muito, pois as crianças em pares, geralmente, potencializam ou equilibram algumas características entre elas.
É uma difícil tarefa, que exige muita sensibilidade, principalmente porque as crianças estão tentando desvendar o funcionamento das regras e têm dificuldade para entender como pode uma atitude valer para um e não valer para o outro. Quando as crianças estão acostumadas a um sistema de ensino que leva em consideração as diferenças, ela logo aprende que o tratamento diferente da professora é uma maneira de respeito. A criança que se sente respeitada rapidamente aprende que este é um valor muito importante nas relações. Ela também fica tranquila em saber que será tratada da melhor maneira possível.
Querer que as crianças sejam iguais já causou muitos desastres na vida das crianças nas gerações passadas. O filme indiano Como Estrelas na Terra* retrata bem isso, como a falta de entendimento a respeito da dislexia causa imenso estrago na vida de um menino, e conta como um professor sensível pode ajudar.
Medicalizar as diferenças vai no mesmo caminho do não entendimento. É, na minha opinião, não compreender a dinâmica da infância, do ser humano.
* COMO ESTRELAS NA TERRA: TODA CRIANÇA É ESPECIAL
Direção: Aamir Khan, Índia, 2007.
Fonte: Estadão
As crianças são muito diferentes – cada uma tem sua maneira especial de estar na escola
PAULA ANTUNES RUGGIERO
Crianças lindas
(Ruth Rocha)
São duas crianças lindas
Mas são muito diferentes!
Uma é toda desdentada,
A outra é cheia de dentes…
Uma anda descabelada,
A outra é cheia de pentes!
Uma delas usa óculos,
E a outra só usa lentes.
Uma gosta de gelados,
A outra gosta de quentes.
Uma tem cabelos longos,
A outra só corta rentes.
Não queira que sejam iguais,
Aliás, nem mesmo tentes!
São duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes!
Assim são as crianças, todas muito diferentes.
Quando pequenininhas, umas chegam à escola com muita curiosidade, envolvem-se nas brincadeiras, adoram estar com outras crianças, cantam, pulam, exploram cada cantinho. Outras chegam bem agarradinhas a seus pais, tímidas, assustadas com a movimentação e o barulho do novo ambiente. Aos poucos, sentem confiança e aí sim, do seu jeitinho, envolvem-se com a novidade.
Entre a primeira e a segunda há uma vasta gama de diferenças. Não há maneira certa ou errada, há como cada criança (e sua família) é.
Quando maiores um pouquinho, algumas crianças parece que têm formiguinha no bumbum. Não param quietas: sentam, levantam, deixam o lápis cair, pegam o lápis, voltam a sentar, levantam mais um pouquinho, chamam um amigo, pegam o material do outro.
Há aquelas que parecem estar no mundo da lua, interessadas em qualquer movimento na sala de aula, inclusive dos insetos que passam por lá.
Há crianças que querem falar o tempo todo, não aguentam esperar a vez do outro, interrompem, chamam o professor. Querem sempre ser as primeiras a receber o material, a escolher determinada atividade, a falar, a sair, a entrar.
Há aquelas tão quietinhas que dificilmente falam em roda. Quando solicitadas a dizer algo, se retraem e parecem querer entrar numa conchinha. Falam baixinho, de preferência bem pertinho do professor.
Algumas adoram mandar. Mandam nos colegas, organizam o grupo, respondem pelos outros, fazem pelos outros, chegam a ficar incomodadas com o professor auxiliar. Afinal, elas podem ajudar em tudo!
Algumas crianças provocam as outras silenciosamente, fazem carinha de “nada aconteceu” quando o colega chora ou reclama.
Há aquelas que sempre choram ou falam choramingando. Parece que o choro é a forma de resolver tudo. Há também as que choram apenas quando se sentem incomodadas.
Algumas ficam muito bravas e chateadas quando algo não sai da maneira como elas haviam planejado. Apagam muitas vezes o desenho e chegam a amassar.
Algumas esquecem a lição de casa, o livro da biblioteca. Outras tem o caderno todo sujo e amassado, por mais que lavem as mãos ao entrar na sala.
Umas prestam atenção em tudo. Seu material é bem organizado e querem muito agradar o adulto.
Há ainda muitas outras formas de se relacionar consigo mesmo, com o outro, com o aprendizado e com as limitações que a realidade nos apresenta.
Nas salas de aula, os grupos são sempre heterogêneos, em que cada criança tem uma maneira muito especial de ser.
Todo professor sabe que é preciso conhecer as crianças e que, para cada uma, há uma maneira especial de lidar. Se a criança é muito tímida, não podemos exigir uma grande exposição. Se é bem ansiosa, não podemos pedir que espere demais e seja a última (pode ser a terceira). Organizar os lugares na roda ou nas carteiras pode ajudar muito, pois as crianças em pares, geralmente, potencializam ou equilibram algumas características entre elas.
É uma difícil tarefa, que exige muita sensibilidade, principalmente porque as crianças estão tentando desvendar o funcionamento das regras e têm dificuldade para entender como pode uma atitude valer para um e não valer para o outro. Quando as crianças estão acostumadas a um sistema de ensino que leva em consideração as diferenças, ela logo aprende que o tratamento diferente da professora é uma maneira de respeito. A criança que se sente respeitada rapidamente aprende que este é um valor muito importante nas relações. Ela também fica tranquila em saber que será tratada da melhor maneira possível.
Querer que as crianças sejam iguais já causou muitos desastres na vida das crianças nas gerações passadas. O filme indiano Como Estrelas na Terra* retrata bem isso, como a falta de entendimento a respeito da dislexia causa imenso estrago na vida de um menino, e conta como um professor sensível pode ajudar.
Medicalizar as diferenças vai no mesmo caminho do não entendimento. É, na minha opinião, não compreender a dinâmica da infância, do ser humano.
* COMO ESTRELAS NA TERRA: TODA CRIANÇA É ESPECIAL
Direção: Aamir Khan, Índia, 2007.
Fonte: Estadão
ROTINA
DA TURMA DA MÔNICA
-
CHEGADA : 13:00 ÀS 13:30- TODOS TEM A TAREFA DE ORGANIZAR AGENDA NA MESA DAS PROFESSORAS E
GARRAFINHA DE ÁGUA NA PIA DA SALA.
-
MOMENTO MAIS LIVRE PARA ACOLHIDA DAS
CRIANÇAS, DAR OU RECEBER UM RECADO BREVE DAS FAMÍLIAS. CONVERSAS MAIS DEMORADAS
DEVEM SER AGENDADAS COM A PROFESSORA E COODENAÇÃO PEDAGÓGICA.
- REGISTRO DA ROTINA 13:30.
-
LANCHE 13:50
-
PARQUINHO: 14:10 ÀS 14:30.
2ª
FEIRA
|
3ª
FEIRA
|
4ªFEIRA
|
5ª
FEIRA
|
6ª
FEIRA
|
PIRATA
|
PÁTIO
COBERTO
|
PÁTIO
DO MEIO
|
PARQUE DE TERRA
|
PIRATA
|
-
ÁGUA, BANHEIRO.
-
ATIVIDADE
-
JANTAR: 15:20 ÀS 15:40.
-
ATIVIDADE: JAQUE OU LUCIANA
-
ORGANIZAR PARA SAÍDA: 16:50.
Pauta da reunião
Turma da Mônica
Período da tarde: 13 horas com
tolerância até as 13h30min.
2- Apresentação da carteirinha: é vital
a apresentação da carteirinha
na hora de buscar a criança.
3- Agenda Escolar: é importante a
verificação diária da agenda pelos responsáveis para melhor acompanhamento da
rotina da criança. Todos os comunicados serão disponibilizados na agenda, e
devem ser assinados pelo responsável
da criança.
4- Dia do brinquedo :
a sexta-feira os alunos poderão trazer um brinquedo, solicitamos
que evitem aqueles que possam se quebrar.
5- Comemoração de aniversários: os aniversários são comemorados
trimestralmente na instituição, com a preparação dos alimentos feitos na
escola.
6- Para Casa: os alunos de 5/6 anos terão
para casa três dias na semana: segunda-feira,
quarta-feira e sexta-feira.
7- Material escolar: é
importante a verificação da mochila, para observar se todos os materiais estão
disponíveis para criança (caderno de
para casa, agenda escolar, bolsinha de lápis, garrafinha, material de higiene
pessoal e uma muda de roupa).Com o objetivo de
conservar o caderno de para casa, os pais concordaram em adquirir uma pasta
Brasil para auxiliar o transporte do caderno na mochila.
8- Uso de medicação: a
medicação só poderá acontecer mediante a apresentação da receita médica
(atualizada).
9- Atestado médico: caso
a criança precise se afastar das atividades escolares é preciso que entre em
contato com a instituição e apresente o atestado médico.
10- Projeto Institucional: “PROJETO
LITERÁRIO ERA UMA VEZ, NÃO! FORAM TANTAS
VEZES.”
11- Escovação : a
escovação está prevista na rotina escolar com objetivo da criação de hábito.
Atenciosamente,
Jaqueline
Viana
e Luciana Andrade. Março de 2018.
quarta-feira, 7 de março de 2018
Dando continuidade à construção do Mural de nome da turminha...
No meu blog de trabalhos pedagógicos tem um poema de Ruth Rocha que fala do valor das diferenças, veja aqui neste link. CLICK PARA LER O POST NA INTEGRA.
Segue um pequeno trecho "São duas crianças lindas, /Mas são muito diferentes !/ Uma é toda des
dentada,/ A outra é cheia de dentes...". O poema Pessoas são diferentes, nos mostra o quão fácil é reconhecer no outro, um pouco de nós, porque somos sim diferentes uns dos outros, embora tenhamos muito em comum. " O processo de construção da identidade passa por reconhecer a si e ao outro", com o nome da Turma da Mônica, podemos trabalhar os diversas personagens e suas características, seus nomes, as famílias, e muito mais.
HOJE FIZEMOS MAIS UMA PARTE DA DECORAÇÃO DA NOSSA PORTA, COMO NOME DA TURMINHA.. FOI A VEZ DE FAZERMOS A PINTURA, UM POUQUINHO DA PARTICIPAÇÃO DE CADA UM... HOJE ESTAVAM TODOS PRESENTES..
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